domingo, 15 de setembro de 2013

SIMPLICIDADES

Umas mãos que se dão
Um sorriso que se procura
O sabor carregado de entrega
Um vulgar tão apetecido
Em qualquer lugar
Sem qualquer definição
Onde caibam as nossas formas

A fragilidade quando se preenche...
Já não é órfã de um espaço
Já tem nas suas formas um corpo rendido
Já tem na sua mente um desejo vencido
E todos os horizontes aglutinados dispostos numa só direcção

Quero-me cada vez mais...
Como alguém que se quer apenas e só por servir




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