Esquecer da importância que tem o amor nas nossas vidas, limita-nos!
Deixam-nos rabugentos, olheirudos, distraídos, desinteressantes, cinzentos, velhacos, amenos, preguiçosamente pequenos... Enfim!
Subtraí-nos viver aos dias que se querem fartos em caricias, intensos de sorrisos rasgados, repletos de magia, pelo toque de dedos curiosos em aprender a leitura da adrenalina, que pulsa por todo lado, em todo o hemisfério da pele.
À quanto tempo não te picas... Não cais em ti, num bom e belo arrepio?
Os corpos precisam de sustento...
O corpo reenvindica à carne o arrepio para assinalar o momento, de ir ou ficar, se faz ou não sentido.
E por falar em sentido, ainda te mentes ao fugir de um olhar, que te faz suspirar por outras paragens?
O nosso estado de espírito só depende de nós. E se a mobilidade com que nos movemos pelos caminhos dos estímulos, for de uma sinceridade atroz, para com os nossos desejos, nada nem ninguém no mundo nos irá parar.
Lembrar da importância que tem o amor nas nossas vidas deveria ser a prioridade para o homem, para que as noites mal dormidas não fossem apenas o peso das saudades, mas sim, reflexos de vontades borboleteantes a surfarem a onda do desejo.
Amar é todo o destino, mesmo que descalço os caminhos não sejam feitos de praia.

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