Será eterna a demência, daqueles que fingem não acreditar nos sonhos?
Será o homem capaz de fazer boas leituras, quando é descrente e agnóstico, ao voltar-se de costas para tudo o que lhe escapa?
E se o mesmo sonho for uma constante da vida, haverá no mundo matéria de psicologia capaz de nos fazer acreditar na hipnótica correria do dia a dia desta dissonante realidade?
Resta saber se continuaremos eternamente a aprisionar a mente na matéria, ou se afinal permitiremos que a alma decifre o que a lógica insiste em ignorar.

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